P1105 Mercedes – Sensor de pressão atmosférica
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Atmospheric pressure sensor
Definição em Português: Sensor de pressão atmosférica
Definição em Português: Sensor de pressão atmosférica
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Significado técnico
P1105 indica que a ECU identificou leituras do sensor de pressão atmosférica (barométrico) fora dos parâmetros de referência internos. Esse sensor informa à ECU a pressão do ar ambiente para corrigir cálculo de ar/combustível, compensação de altitude e tabelas de injeção.
Quando e por que a ECU ativa
– No estágio de ignição e em marcha lenta, a ECU compara a tensão de saída do sensor (normalmente entre 0,5 V e 4,5 V) com o valor estacionário armazenado na memória (baseado em pressão padrão do ambiente e altitude do veículo).
– Se a diferença entre leitura e referência exceder o limite programado (por exemplo ±20 mbar) por um tempo definido (cerca de 1–2 s), a ECU grava P1105.
– Durante operação, o monitor interno verifica continuidade do sinal e coerência dinâmica: ausência de variação gradual, sinal fixo (estacionário), variação muito rápida ou discrepância em relação à pressão do coletor/turbo resulta em falha de plausibilidade.
Condições de detecção
– Tensão de saída do sensor abaixo de 0,5 V ou acima de 4,5 V por mais de 200 ms.
– Pulso de sinal sem a forma elétrica esperada ou ausência de comunicação no barramento interno.
– Leitura incompatível com pressão de coletor ou valores da tabela interna de referência.
– Circuito aberto ou curto interno ao sensor detectado pela ECU.
Reflexos na ECU
– Armazenamento da falha em memória (freeze frame) após tentativas de verificação.
– Ativação da estratégia de emergência de pressão: a ECU passa a usar valor padrão pré-calibrado.
– Acendimento da luz de injeção no painel e registro no histórico de falhas para diagnóstico.
Significado técnico
P1105 indica que a ECU identificou leituras do sensor de pressão atmosférica (barométrico) fora dos parâmetros de referência internos. Esse sensor informa à ECU a pressão do ar ambiente para corrigir cálculo de ar/combustível, compensação de altitude e tabelas de injeção.
Quando e por que a ECU ativa
– No estágio de ignição e em marcha lenta, a ECU compara a tensão de saída do sensor (normalmente entre 0,5 V e 4,5 V) com o valor estacionário armazenado na memória (baseado em pressão padrão do ambiente e altitude do veículo).
– Se a diferença entre leitura e referência exceder o limite programado (por exemplo ±20 mbar) por um tempo definido (cerca de 1–2 s), a ECU grava P1105.
– Durante operação, o monitor interno verifica continuidade do sinal e coerência dinâmica: ausência de variação gradual, sinal fixo (estacionário), variação muito rápida ou discrepância em relação à pressão do coletor/turbo resulta em falha de plausibilidade.
Condições de detecção
– Tensão de saída do sensor abaixo de 0,5 V ou acima de 4,5 V por mais de 200 ms.
– Pulso de sinal sem a forma elétrica esperada ou ausência de comunicação no barramento interno.
– Leitura incompatível com pressão de coletor ou valores da tabela interna de referência.
– Circuito aberto ou curto interno ao sensor detectado pela ECU.
Reflexos na ECU
– Armazenamento da falha em memória (freeze frame) após tentativas de verificação.
– Ativação da estratégia de emergência de pressão: a ECU passa a usar valor padrão pré-calibrado.
– Acendimento da luz de injeção no painel e registro no histórico de falhas para diagnóstico.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha lenta instável
– Falhas de aceleração
– Perda de potência do motor
– Consumo de combustível elevado
– Dificuldade na partida a frio
– Hesitação ao acelerar
– Fumaça preta no escapamento
– Marcha lenta instável
– Falhas de aceleração
– Perda de potência do motor
– Consumo de combustível elevado
– Dificuldade na partida a frio
– Hesitação ao acelerar
– Fumaça preta no escapamento
Causas Possíveis
– Sensor de pressão atmosférica (barômetro) com defeito
– Chicote elétrico do sensor danificado com curto ou aberto
– Conector elétrico do sensor corroído ou mal encaixado
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito
– Vazamento de vácuo no coletor de admissão interferindo na leitura
– Mangueira de pressão atmosférica ressecada ou rachada
– Filtro de ar entupido causando desvio de pressão
– Sensor de fluxo de ar (MAF) com defeito gerando informações erradas ao barômetro
– Válvula de recirculação de gases de escape (EGR) com defeito alterando pressão de admissão
– Válvula N75 do turbo com defeito provocando pressões anormais de admissão
– Canister de evaporação com defeito interferindo na pressão do sistema
– Sensor de pressão diferencial do DPF com defeito gerando reflexos na pressão atmosférica
– Chicote elétrico do sensor danificado com curto ou aberto
– Conector elétrico do sensor corroído ou mal encaixado
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito
– Vazamento de vácuo no coletor de admissão interferindo na leitura
– Mangueira de pressão atmosférica ressecada ou rachada
– Filtro de ar entupido causando desvio de pressão
– Sensor de fluxo de ar (MAF) com defeito gerando informações erradas ao barômetro
– Válvula de recirculação de gases de escape (EGR) com defeito alterando pressão de admissão
– Válvula N75 do turbo com defeito provocando pressões anormais de admissão
– Canister de evaporação com defeito interferindo na pressão do sistema
– Sensor de pressão diferencial do DPF com defeito gerando reflexos na pressão atmosférica
By Madalozzo



