P1DDE Fiat – Entrada de Ignição em Funcionamento/Partida 1/2 – Correlação

Descrição da falha

Definição em inglês: Ignition Run/Start Input 1/2 Correlation
Definição em Português: Entrada de Ignição em Funcionamento/Partida 1/2 – Correlação

O que significa?

Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Ela monitora a correlação entre duas entradas de ignição na ECU, chamadas IG1 (Ignition Run/On) e IG2 (Ignition Crank/Start). Tecnicamente, a ECU espera que, durante a partida, o sinal IG2 fique num nível lógico característico de “Crank” enquanto IG1 apresenta o nível de “Run/On” apenas após o engate do motor. Em funcionamento normal (após a partida), ambos os sinais devem permanecer no mesmo nível lógico de “Run/On”.

Quando a ECU detecta que IG1 e IG2 apresentam estados divergentes por um período que ultrapassa o limiar interno (por exemplo, mais de 5 leituras conflitantes em sequência dentro de 500 ms), ela registra o DTC P1DDE. O monitor começa a operar assim que a tensão de bateria alcança o valor mínimo para a ECU acordar e permanece ativo até o corte da ignição. Na primeira discrepância prolongada ocorre a condição “Intermitente” e, se persistir em leituras subsequentes, o código é confirmado como “Contínuo”.

Esse DTC reflete que, no momento de partida ou logo após, a ECU recebeu informação conflitante sobre o estado da chave de ignição em duas vias independentes. O registro perdura até o próximo ciclo de ignição ou até ser apagado via ferramenta de diagnóstico.

Sintomas Possíveis

– Luz de injeção acesa
– Motor não dá partida
– Partida intermitente
– Motor de arranque não desengata
– Queda de rotação na partida
– Dificuldade de ligar com bateria em bom estado

Causas Possíveis

– Chicote elétrico da ignição (IG1/IG2) com curto ou rompido
– Chicote elétrico de partida (START) com isolação comprometida
– Conector elétrico do ECM com pinos corroídos ou folgados
– Chave de ignição com defeito na comutação entre RUN e START
– Relé de ignição principal com contatos desgastados
– Fusível de ignição queimado ou mal encaixado na caixa de fusíveis
– Solenoide de partida com fuga elétrica interferindo no sinal IGN
– Módulo de controle do motor (ECM) com defeito no driver de entrada IGN
– Módulo de controle de carroceria (BCM) enviando sinal de ignição inconsistente
– Bateria com tensão baixa provocando oscilações de sinal IGN
– Aterramento do motor mal conectado gerando ruído elétrico
– Caixa de fusíveis com terminais corroídos afetando o circuito IGN
– Sensor de posição do virabrequim enviando pulso irregular ao ECM
– Interruptor de embreagem com defeito causando interrupção no sinal de partida
– Rede CAN com ruído elétrico afetando correlação dos sinais IGN

By Madalozzo

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