P1067 Fiat – Válvula solenóide de fornecimento de óleo do cilindro 2 – Tempo de ativação fora da faixa
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Cylinder 2 Oil Supply Solenoid Valve Switch On Time Out Of Range
Definição em Português: Válvula solenóide de fornecimento de óleo do cilindro 2 – Tempo de ativação fora da faixa
Definição em Português: Válvula solenóide de fornecimento de óleo do cilindro 2 – Tempo de ativação fora da faixa
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Essa DTC P1067 indica que, no cilindro 2, o tempo em que a válvula solenóide de fornecimento de óleo fica energizada ou desenergizada saiu da faixa de referência definida pela central eletrônica. A ECU só realiza esse diagnóstico com motor em temperatura de trabalho, rotação estável acima de 1.000 rpm e sistema de injeção em modo adaptativo, mantidos por pelo menos 30 segundos.
Nessas condições, a unidade de controle envia pulsos de corrente à solenóide com duração programada conforme tabelas internas de temperatura e rpm, e mede o tempo efetivo de resposta do driver. Os limites de tolerância variam em milissegundos conforme a faixa de temperatura do óleo (por exemplo ±2 ms em frio, ±1 ms em quente). A cada ciclo de injeção a ECU compara o valor de comando com o valor de retorno; se o tempo medido ficar acima do limite superior ou abaixo do limite inferior por três ciclos consecutivos, ela grava o código P1067.
O acionamento desse DTC reflete uma divergência contínua entre o pulso aplicado e o feedback do circuito de driver da solenóide, apontando que a janela de tempo prescrita pela calibração de fábrica não está sendo atendida. Essa checagem monitora eventuais oscilações na alimentação, ruídos no chicote elétrico, variação de resistência interna do circuito de acionamento ou atraso na resposta elétrica, independentemente de qualquer sintoma perceptível.
Essa DTC P1067 indica que, no cilindro 2, o tempo em que a válvula solenóide de fornecimento de óleo fica energizada ou desenergizada saiu da faixa de referência definida pela central eletrônica. A ECU só realiza esse diagnóstico com motor em temperatura de trabalho, rotação estável acima de 1.000 rpm e sistema de injeção em modo adaptativo, mantidos por pelo menos 30 segundos.
Nessas condições, a unidade de controle envia pulsos de corrente à solenóide com duração programada conforme tabelas internas de temperatura e rpm, e mede o tempo efetivo de resposta do driver. Os limites de tolerância variam em milissegundos conforme a faixa de temperatura do óleo (por exemplo ±2 ms em frio, ±1 ms em quente). A cada ciclo de injeção a ECU compara o valor de comando com o valor de retorno; se o tempo medido ficar acima do limite superior ou abaixo do limite inferior por três ciclos consecutivos, ela grava o código P1067.
O acionamento desse DTC reflete uma divergência contínua entre o pulso aplicado e o feedback do circuito de driver da solenóide, apontando que a janela de tempo prescrita pela calibração de fábrica não está sendo atendida. Essa checagem monitora eventuais oscilações na alimentação, ruídos no chicote elétrico, variação de resistência interna do circuito de acionamento ou atraso na resposta elétrica, independentemente de qualquer sintoma perceptível.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha lenta irregular
– Perda de potência
– Aceleração hesitante
– Consumo de combustível elevado
– Dificuldade de partida
– Marcha lenta irregular
– Perda de potência
– Aceleração hesitante
– Consumo de combustível elevado
– Dificuldade de partida
Causas Possíveis
– Válvula solenóide de fornecimento de óleo do cilindro 2 com defeito
– Chicote elétrico danificado ou com curto-circuito
– Conector elétrico da válvula oxidado, solto ou com defeito
– Fusível de alimentação da válvula queimado
– Relé de comando do solenóide com defeito
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito no driver da válvula
– Pressão de óleo do motor baixa por bomba de óleo desgastada
– Filtro de óleo entupido causando restrição de fluxo
– Válvula de alívio/reguladora de pressão de óleo com defeito
– Sensor de pressão de óleo com defeito gerando sinal incorreto
– Comando de válvula variável (VVT) travado ou com defeito
– Baixa carga da bateria ou falha no circuito de alimentação 12 V
– Massa (terra) da ECU ou do solenóide com mau contato
– Resíduos no canal de óleo do comando de válvulas
– Chicote elétrico danificado ou com curto-circuito
– Conector elétrico da válvula oxidado, solto ou com defeito
– Fusível de alimentação da válvula queimado
– Relé de comando do solenóide com defeito
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito no driver da válvula
– Pressão de óleo do motor baixa por bomba de óleo desgastada
– Filtro de óleo entupido causando restrição de fluxo
– Válvula de alívio/reguladora de pressão de óleo com defeito
– Sensor de pressão de óleo com defeito gerando sinal incorreto
– Comando de válvula variável (VVT) travado ou com defeito
– Baixa carga da bateria ou falha no circuito de alimentação 12 V
– Massa (terra) da ECU ou do solenóide com mau contato
– Resíduos no canal de óleo do comando de válvulas
By Madalozzo



