P1900 Ford – Sensor de Velocidade do Eixo de Saída – Circuito Intermitente
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Output Shaft Speed Sensor Circuit Intermittent
Definição em Português: Sensor de Velocidade do Eixo de Saída – Circuito Intermitente
Definição em Português: Sensor de Velocidade do Eixo de Saída – Circuito Intermitente
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Sua explicação:
O P1900 sinaliza que a ECU detectou quedas ou variações bruscas no sinal do sensor de velocidade do eixo de saída da transmissão. Esse sensor gera pulsos contínuos conforme o eixo gira; a cada rotação há um pulso de referência que a ECU usa para calcular a rotação real do eixo. Quando esses pulsos desaparecem momentaneamente ou sua frequência/amplitude foge dos limites programados, a ECU interpreta como “circuito intermitente” e dispara o P1900.
Condições para ativação:
1. Motor em rotação acima de um patamar pré-definido e veículo em movimento ou com transmissão engatada.
2. Monitoramento contínuo do sinal pelo módulo de transmissão.
3. Ausência ou irregularidade de pulsos por um número mínimo de janelas de varredura (ciclos de diagnóstico), normalmente entre 3 e 5 ciclos.
Por que aciona a DTC:
– A ECU perde a informação confiável da velocidade do eixo de saída, essencial ao controle de trocas de marchas e gerenciamento de torque.
– Para evitar comandos erráticos na transmissão, ela registra o código e pode entrar em modo de proteção até o sinal voltar ao padrão esperado.
– O código permanece ativo em memória até que o sensor apresente pulsos consistentes por vários ciclos seguidos, atendendo aos critérios internos de validação.
O P1900 sinaliza que a ECU detectou quedas ou variações bruscas no sinal do sensor de velocidade do eixo de saída da transmissão. Esse sensor gera pulsos contínuos conforme o eixo gira; a cada rotação há um pulso de referência que a ECU usa para calcular a rotação real do eixo. Quando esses pulsos desaparecem momentaneamente ou sua frequência/amplitude foge dos limites programados, a ECU interpreta como “circuito intermitente” e dispara o P1900.
Condições para ativação:
1. Motor em rotação acima de um patamar pré-definido e veículo em movimento ou com transmissão engatada.
2. Monitoramento contínuo do sinal pelo módulo de transmissão.
3. Ausência ou irregularidade de pulsos por um número mínimo de janelas de varredura (ciclos de diagnóstico), normalmente entre 3 e 5 ciclos.
Por que aciona a DTC:
– A ECU perde a informação confiável da velocidade do eixo de saída, essencial ao controle de trocas de marchas e gerenciamento de torque.
– Para evitar comandos erráticos na transmissão, ela registra o código e pode entrar em modo de proteção até o sinal voltar ao padrão esperado.
– O código permanece ativo em memória até que o sensor apresente pulsos consistentes por vários ciclos seguidos, atendendo aos critérios internos de validação.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha lenta instável
– Trocas de marcha irregulares
– Engates duros
– Velocímetro oscilando ou sem leitura
– Ativação do modo de segurança da transmissão
– Marcha lenta instável
– Trocas de marcha irregulares
– Engates duros
– Velocímetro oscilando ou sem leitura
– Ativação do modo de segurança da transmissão
Causas Possíveis
– Sensor de Velocidade do Eixo de Saída com defeito
– Chicote elétrico do sensor danificado ou em curto
– Conector elétrico do sensor com mau contato ou corrosão
– Módulo de Transmissão (TCM) com defeito
– Módulo de Controle do Motor (ECU) com defeito
– Aterramento da transmissão corroído ou solto
– Bateria com tensão baixa ou alternador irregular
– Interferência de ruído elétrico da bobina de ignição ou injetores
– Solenóide de bloqueio de conversor de torque preso ou com defeito
– Engrenagem do sensor desgastada ou danificada
– Conversor de torque com folga interna excessiva
– Relé de alimentação da transmissão com mau contato
– Chicote elétrico do sensor danificado ou em curto
– Conector elétrico do sensor com mau contato ou corrosão
– Módulo de Transmissão (TCM) com defeito
– Módulo de Controle do Motor (ECU) com defeito
– Aterramento da transmissão corroído ou solto
– Bateria com tensão baixa ou alternador irregular
– Interferência de ruído elétrico da bobina de ignição ou injetores
– Solenóide de bloqueio de conversor de torque preso ou com defeito
– Engrenagem do sensor desgastada ou danificada
– Conversor de torque com folga interna excessiva
– Relé de alimentação da transmissão com mau contato
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