P1751 Ford – Solenoide de Troca da Transmissão Automática 1 – Desempenho (A/T)
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: A/T Shift Solenoid 1 Performance
Definição em Português: Solenoide de Troca da Transmissão Automática 1 – Desempenho (A/T)
Definição em Português: Solenoide de Troca da Transmissão Automática 1 – Desempenho (A/T)
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. P1751 informa que a ECU identificou um desvio de desempenho no Solenoide de Troca da Transmissão Automática 1. Tecnicamente, a unidade de controle comanda esse solenoide via driver interno, aplica um sinal PWM e monitora a corrente elétrica no chicote elétrico e no conector elétrico. A cada ciclo de diagnóstico ela compara a corrente real medida com a faixa de referência pré-definida (por ex. 0,3-1,5 A).
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Motor em funcionamento e ignição ligada.
– Cambio em posição que requer acionamento do solenoide 1.
– Comando de ativação enviado pela ECU.
– Medição de corrente repetidamente fora do limite mínimo ou máximo por um número de ciclos consecutivos (normalmente 3 a 5).
– Temperatura de operação dentro da faixa válida para autodiagnóstico.
Condições para acionamento da DTC
1. ECU envia PWM com largura de pulso programada para o solenoide.
2. Driver interno mede via circuito de monitoramento a corrente de trabalho.
3. Se a corrente medida for menor que o limiar mínimo (indica que o solenoide não está atraindo ou fechando internamente) ou maior que o máximo (indica possivel curto interno ou travamento) e essa discrepância persistir pelos ciclos exigidos, a DTC é armazenada.
4. Código evolui de “pendente” para “ativo” se o desvio continuar após reinicializações ou percurso determinado.
O registro desse código reflete um reflexo direto da diferença entre a corrente esperada e a corrente efetivamente detectada no circuito de acionamento do solenoide 1, indicando falha de desempenho no controle elétrico desse atuador.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Motor em funcionamento e ignição ligada.
– Cambio em posição que requer acionamento do solenoide 1.
– Comando de ativação enviado pela ECU.
– Medição de corrente repetidamente fora do limite mínimo ou máximo por um número de ciclos consecutivos (normalmente 3 a 5).
– Temperatura de operação dentro da faixa válida para autodiagnóstico.
Condições para acionamento da DTC
1. ECU envia PWM com largura de pulso programada para o solenoide.
2. Driver interno mede via circuito de monitoramento a corrente de trabalho.
3. Se a corrente medida for menor que o limiar mínimo (indica que o solenoide não está atraindo ou fechando internamente) ou maior que o máximo (indica possivel curto interno ou travamento) e essa discrepância persistir pelos ciclos exigidos, a DTC é armazenada.
4. Código evolui de “pendente” para “ativo” se o desvio continuar após reinicializações ou percurso determinado.
O registro desse código reflete um reflexo direto da diferença entre a corrente esperada e a corrente efetivamente detectada no circuito de acionamento do solenoide 1, indicando falha de desempenho no controle elétrico desse atuador.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Mudanças de marcha erráticas
– Marchas duras ou com solavancos
– Transmissão presa em uma marcha
– Falta de resposta ao acelerar
– Derrapagem (patinagem) da transmissão
– Atuação em modo de emergência (limp mode)
– Mudanças de marcha erráticas
– Marchas duras ou com solavancos
– Transmissão presa em uma marcha
– Falta de resposta ao acelerar
– Derrapagem (patinagem) da transmissão
– Atuação em modo de emergência (limp mode)
Causas Possíveis
– Solenoide de troca 1 com defeito
– Chicote elétrico do solenoide rompido ou curto
– Conector elétrico do solenoide com contato intermitente
– TCM (Módulo de Controle da Transmissão) com defeito
– PCM (Módulo de Controle do Motor) comandando incorretamente
– Bomba de óleo da transmissão com desgaste reduzindo pressão
– Filtro de óleo da transmissão entupido
– Nível de fluido da transmissão baixo
– Sensor de pressão de fluido com defeito
– Válvula de retenção interna com folga ou vazamento
– Corpo de válvulas da transmissão com acúmulo de sujeira
– Sensor de temperatura do óleo da transmissão fora de calibração
– Relé de energia da TCM com mau contato
– Chicote elétrico do solenoide rompido ou curto
– Conector elétrico do solenoide com contato intermitente
– TCM (Módulo de Controle da Transmissão) com defeito
– PCM (Módulo de Controle do Motor) comandando incorretamente
– Bomba de óleo da transmissão com desgaste reduzindo pressão
– Filtro de óleo da transmissão entupido
– Nível de fluido da transmissão baixo
– Sensor de pressão de fluido com defeito
– Válvula de retenção interna com folga ou vazamento
– Corpo de válvulas da transmissão com acúmulo de sujeira
– Sensor de temperatura do óleo da transmissão fora de calibração
– Relé de energia da TCM com mau contato
By Madalozzo



