P1551 Ford – Circuito do Injetor do Cilindro 1 – Faixa/Desempenho
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Cylinder 1 Injector Circuit Range/Performance
Definição em Português: Circuito do Injetor do Cilindro 1 – Faixa/Desempenho
Definição em Português: Circuito do Injetor do Cilindro 1 – Faixa/Desempenho
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
P1551 indica que o módulo de controle (ECU/PCM) detectou discrepância entre o comando de corrente aplicado ao injetor do cilindro 1 e a corrente efetivamente medida naquele circuito, fora dos limites de “faixa/performance” definidos em calibração.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– Após a partida, com motor em funcionamento (rotação acima do ponto mínimo para monitoramento) e tensão de bateria estável, o PCM habilita o teste de corrente do injetor.
– A cada ciclo de injeção o módulo aplica pulso elétrico e monitora, via resistência de detecção interna, a forma de onda de corrente (rampa de subida e valor de cruzeiro).
– Se a inclinação (slope) ou o nível de corrente não atingirem os parâmetros mínimos ou excederem os máximos definidos em tabela de calibração, por um número pré-estabelecido de ciclos, o PCM interpreta falha de “faixa/performance” e registra P1551.
Condições para ativação:
• Ignition ON e motor em rotação de cruzeiro.
• Monitor de injetor habilitado (fora de corte de combustível).
• Falha repetida por ciclos consecutivos, conforme lógica Ford.
O que gera reflexo nessa DTC:
• Desvio entre corrente solicitada e corrente real no circuito de injeção.
• Forma de onda de corrente que não atinge o patamar esperado dentro do tempo definido (desempenho).
• Curva de corrente com rampa de subida muito lenta ou muito rápida (faixa).
• Oscilações ou instabilidades elétricas que fazem a medição cair fora dos valores calibrados.
Sua explicação:
P1551 indica que o módulo de controle (ECU/PCM) detectou discrepância entre o comando de corrente aplicado ao injetor do cilindro 1 e a corrente efetivamente medida naquele circuito, fora dos limites de “faixa/performance” definidos em calibração.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– Após a partida, com motor em funcionamento (rotação acima do ponto mínimo para monitoramento) e tensão de bateria estável, o PCM habilita o teste de corrente do injetor.
– A cada ciclo de injeção o módulo aplica pulso elétrico e monitora, via resistência de detecção interna, a forma de onda de corrente (rampa de subida e valor de cruzeiro).
– Se a inclinação (slope) ou o nível de corrente não atingirem os parâmetros mínimos ou excederem os máximos definidos em tabela de calibração, por um número pré-estabelecido de ciclos, o PCM interpreta falha de “faixa/performance” e registra P1551.
Condições para ativação:
• Ignition ON e motor em rotação de cruzeiro.
• Monitor de injetor habilitado (fora de corte de combustível).
• Falha repetida por ciclos consecutivos, conforme lógica Ford.
O que gera reflexo nessa DTC:
• Desvio entre corrente solicitada e corrente real no circuito de injeção.
• Forma de onda de corrente que não atinge o patamar esperado dentro do tempo definido (desempenho).
• Curva de corrente com rampa de subida muito lenta ou muito rápida (faixa).
• Oscilações ou instabilidades elétricas que fazem a medição cair fora dos valores calibrados.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha lenta irregular
– Vibração ou tranco no motor
– Perda de potência ao acelerar
– Falha de ignição no cilindro 1
– Dificuldade de partida
– Aumento do consumo de combustível
– Emissão de fumaça ou cheiro forte de combustível
– Motor pode apagar em marcha lenta
– Marcha lenta irregular
– Vibração ou tranco no motor
– Perda de potência ao acelerar
– Falha de ignição no cilindro 1
– Dificuldade de partida
– Aumento do consumo de combustível
– Emissão de fumaça ou cheiro forte de combustível
– Motor pode apagar em marcha lenta
Causas Possíveis
– Chicote elétrico do injetor do cilindro 1 com circuito aberto ou curto
– Conector elétrico do injetor do cilindro 1 corroído ou mal encaixado
– Injetor do cilindro 1 com defeito (bobina ou válvula interna)
– Terra do motor com defeito afetando o circuito do injetor
– Fusível do circuito de injeção queimado ou com mau contato
– Relé da bomba de combustível com defeito causando baixa tensão no circuito
– Módulo de controle do motor (ECM) com defeito no driver do injetor 1
– Bateria com baixa tensão ou alternador com defeito afetando alimentação
– Bomba ou filtro de combustível comprometendo pressão e tempo de injeção
– Sensor de fluxo de massa de ar (MAF) com defeito ajustando injeção fora de parâmetro
– Sensor de posição do virabrequim com defeito descompassando o comando de injeção
– Sensor de temperatura do motor (ECT) com defeito alterando curva de injeção
– Strap de aterramento do motor com defeito afetando referência do injetor
– Válvula de alívio de pressão de combustível com defeito gerando flutuações de pressão
– Conector elétrico do injetor do cilindro 1 corroído ou mal encaixado
– Injetor do cilindro 1 com defeito (bobina ou válvula interna)
– Terra do motor com defeito afetando o circuito do injetor
– Fusível do circuito de injeção queimado ou com mau contato
– Relé da bomba de combustível com defeito causando baixa tensão no circuito
– Módulo de controle do motor (ECM) com defeito no driver do injetor 1
– Bateria com baixa tensão ou alternador com defeito afetando alimentação
– Bomba ou filtro de combustível comprometendo pressão e tempo de injeção
– Sensor de fluxo de massa de ar (MAF) com defeito ajustando injeção fora de parâmetro
– Sensor de posição do virabrequim com defeito descompassando o comando de injeção
– Sensor de temperatura do motor (ECT) com defeito alterando curva de injeção
– Strap de aterramento do motor com defeito afetando referência do injetor
– Válvula de alívio de pressão de combustível com defeito gerando flutuações de pressão
By Madalozzo



