P1444 Ford – Circuito do Sensor de Fluxo de Purga – Entrada Baixa
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Purge Flow Sensor Circuit Low Input
Definição em Português: Circuito do Sensor de Fluxo de Purga – Entrada Baixa
Definição em Português: Circuito do Sensor de Fluxo de Purga – Entrada Baixa
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
– Significado técnico: refere-se ao circuito do sensor de fluxo de purga do sistema de controle de emissões evaporativas (EVAP). A ECU espera receber um sinal elétrico dentro de uma faixa de tensão ou frequência que corresponde ao volume de vapor sendo “purgado” do tanque de combustível para o coletor de admissão. “Entrada baixa” indica que esse sinal está abaixo do valor mínimo esperado.
– Quando a ECU ativa: após ligar o motor e atingir temperatura de operação, com sistema em malha fechada e rotação estável, a ECU comanda a válvula de purga aberta para testar o sistema EVAP. Durante esse comando, ela monitora o sensor de fluxo instalado no chicote elétrico da linha de purga.
– Condições para ativação:
• Motor em temperatura normal (geralmente acima de 60 °C)
• Sistema de injeção em malha fechada (O2 regulando mistura)
• Válvula de purga energizada (comando de abertura)
• Leitura do sensor de fluxo abaixo de limiar pré-definido (ex.: tensão menor que ~0,5 V ou ausência de pulso)
• Persistência do sinal abaixo do limiar por tempo contínuo (tipicamente alguns segundos)
– O que gera “reflexo” nessa DTC: sempre que, mesmo com purga solicitada, o sensor não apresenta o nível mínimo de sinal, a ECU reconhece falha de circuito de entrada baixa e registra P1444. Isso indica perda de referência do fluxo de vapor, comprometendo a verificação do sistema EVAP.
Sua explicação:
– Significado técnico: refere-se ao circuito do sensor de fluxo de purga do sistema de controle de emissões evaporativas (EVAP). A ECU espera receber um sinal elétrico dentro de uma faixa de tensão ou frequência que corresponde ao volume de vapor sendo “purgado” do tanque de combustível para o coletor de admissão. “Entrada baixa” indica que esse sinal está abaixo do valor mínimo esperado.
– Quando a ECU ativa: após ligar o motor e atingir temperatura de operação, com sistema em malha fechada e rotação estável, a ECU comanda a válvula de purga aberta para testar o sistema EVAP. Durante esse comando, ela monitora o sensor de fluxo instalado no chicote elétrico da linha de purga.
– Condições para ativação:
• Motor em temperatura normal (geralmente acima de 60 °C)
• Sistema de injeção em malha fechada (O2 regulando mistura)
• Válvula de purga energizada (comando de abertura)
• Leitura do sensor de fluxo abaixo de limiar pré-definido (ex.: tensão menor que ~0,5 V ou ausência de pulso)
• Persistência do sinal abaixo do limiar por tempo contínuo (tipicamente alguns segundos)
– O que gera “reflexo” nessa DTC: sempre que, mesmo com purga solicitada, o sensor não apresenta o nível mínimo de sinal, a ECU reconhece falha de circuito de entrada baixa e registra P1444. Isso indica perda de referência do fluxo de vapor, comprometendo a verificação do sistema EVAP.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha lenta irregular
– Engasgos ao acelerar
– Dificuldade de partida
– Aumento do consumo de combustível
– Cheiro de combustível no escape
– Falha no teste de emissões
– Marcha lenta irregular
– Engasgos ao acelerar
– Dificuldade de partida
– Aumento do consumo de combustível
– Cheiro de combustível no escape
– Falha no teste de emissões
Causas Possíveis
– Sensor de fluxo de purga com defeito
– Válvula de purga (VSV) com defeito
– Chicote elétrico do sensor de fluxo de purga com curto ou aberto
– Conector elétrico do sensor de fluxo de purga com mau contato
– Mangueira de purga entupida ou com vazamento
– Canister de carvão ativado saturado ou danificado
– Válvula de ventilação do canister (EVAP vent) com defeito
– Vazamento de vácuo no coletor de admissão
– Válvula PCV presa ou com defeito
– PCM com defeito ou entrada do sensor danificada
– Sensor MAP com defeito alterando ajuste de purga
– MAF com defeito afetando cálculo de mistura e purga
– Bateria com tensão baixa gerando leitura instável
– Bomba de teste de evap (EVAP leak pump) com defeito
– Válvula de purga (VSV) com defeito
– Chicote elétrico do sensor de fluxo de purga com curto ou aberto
– Conector elétrico do sensor de fluxo de purga com mau contato
– Mangueira de purga entupida ou com vazamento
– Canister de carvão ativado saturado ou danificado
– Válvula de ventilação do canister (EVAP vent) com defeito
– Vazamento de vácuo no coletor de admissão
– Válvula PCV presa ou com defeito
– PCM com defeito ou entrada do sensor danificada
– Sensor MAP com defeito alterando ajuste de purga
– MAF com defeito afetando cálculo de mistura e purga
– Bateria com tensão baixa gerando leitura instável
– Bomba de teste de evap (EVAP leak pump) com defeito
By Madalozzo



