P1352 Ford – Bobina de Ignição ‘A’ – Circuito Primário
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Ignition Coil ‘A’ Primary Circuit
Definição em Português: Bobina de Ignição ‘A’ – Circuito Primário
Definição em Português: Bobina de Ignição ‘A’ – Circuito Primário
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
Indica que a ECU Ford detectou um comportamento fora dos parâmetros normais no circuito primário da bobina de ignição “A”. No primário da bobina passa corrente que, ao ser interrompida, gera a alta tensão do secundário. A central comanda um driver eletrônico (transístor interno) para fechar e abrir esse circuito em tempos precisos (tempo de carga, ou “dwell”). Ao fechar o transístor, a ECU monitora a variação de tensão e/ou corrente sobre a bobina. Se, após o comando de fechamento, a corrente não atingir o valor mínimo esperado dentro do tempo pré-estabelecido, ou se ultrapassar o limite máximo antes de ser interrompida, a central entende que há anormalidade no primário. Nesse momento ela anota o código P1352.
A DTC é ativada quando:
1. A ECU envia o pulso de carga ao primário da bobina “A”.
2. Durante esse pulso, o comportamento elétrico (corrente ou tensão) não segue o perfil programado (não chega ao nível de corrente ou demora demais, ou dispara antes do tempo).
3. A falha persiste em ciclos consecutivos ou em condições operacionais definidas (rotação, carga do motor, temperatura).
O reflexo dessa DTC se manifesta como leitura fora de tolerância no sinal de controle do driver da bobina: a forma de onda de tensão no pino de comando mostra queda ou elevação anormal, indicando que o circuito primário não responde conforme esperado, o que impede a geração adequada da centelha no secundário.
Sua explicação:
Indica que a ECU Ford detectou um comportamento fora dos parâmetros normais no circuito primário da bobina de ignição “A”. No primário da bobina passa corrente que, ao ser interrompida, gera a alta tensão do secundário. A central comanda um driver eletrônico (transístor interno) para fechar e abrir esse circuito em tempos precisos (tempo de carga, ou “dwell”). Ao fechar o transístor, a ECU monitora a variação de tensão e/ou corrente sobre a bobina. Se, após o comando de fechamento, a corrente não atingir o valor mínimo esperado dentro do tempo pré-estabelecido, ou se ultrapassar o limite máximo antes de ser interrompida, a central entende que há anormalidade no primário. Nesse momento ela anota o código P1352.
A DTC é ativada quando:
1. A ECU envia o pulso de carga ao primário da bobina “A”.
2. Durante esse pulso, o comportamento elétrico (corrente ou tensão) não segue o perfil programado (não chega ao nível de corrente ou demora demais, ou dispara antes do tempo).
3. A falha persiste em ciclos consecutivos ou em condições operacionais definidas (rotação, carga do motor, temperatura).
O reflexo dessa DTC se manifesta como leitura fora de tolerância no sinal de controle do driver da bobina: a forma de onda de tensão no pino de comando mostra queda ou elevação anormal, indicando que o circuito primário não responde conforme esperado, o que impede a geração adequada da centelha no secundário.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Funcionamento irregular em marcha lenta
– Perda de potência
– Dificuldade para dar partida
– Falhas de ignição
– Soluços na aceleração
– Consumo de combustível elevado
– Motor morrendo em baixa rotação
– Funcionamento irregular em marcha lenta
– Perda de potência
– Dificuldade para dar partida
– Falhas de ignição
– Soluços na aceleração
– Consumo de combustível elevado
– Motor morrendo em baixa rotação
Causas Possíveis
– Bobina de ignição ‘A’ com defeito
– Chicote elétrico danificado entre bobina e PCM
– Conector elétrico corroído ou mal encaixado na bobina
– Relé de ignição com defeito interrompendo tensão primária
– Fusível do circuito de ignição com defeito
– PCM (módulo de controle do motor) com defeito
– Aterramento da carcaça da bobina com defeito
– Bateria com tensão baixa afetando o circuito primário
– Sensor de posição do virabrequim com defeito
– Sensor de posição do comando de válvulas com defeito
– Curto interno entre bobinas em módulo COP
– Interferência eletromagnética de acessório após-market
– Chicote elétrico danificado por roedores
– Software do PCM corrompido ou com defeito
– Chicote elétrico danificado entre bobina e PCM
– Conector elétrico corroído ou mal encaixado na bobina
– Relé de ignição com defeito interrompendo tensão primária
– Fusível do circuito de ignição com defeito
– PCM (módulo de controle do motor) com defeito
– Aterramento da carcaça da bobina com defeito
– Bateria com tensão baixa afetando o circuito primário
– Sensor de posição do virabrequim com defeito
– Sensor de posição do comando de válvulas com defeito
– Curto interno entre bobinas em módulo COP
– Interferência eletromagnética de acessório após-market
– Chicote elétrico danificado por roedores
– Software do PCM corrompido ou com defeito
By Madalozzo



