P2488 – “Sensor de Temperatura dos Gases de Escape – Circuito com Falha de Faixa ou Desempenho (Banco 2 Sensor 5)”
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
“Sensor de Temperatura dos Gases de Escape – Circuito com Falha de Faixa ou Desempenho (Banco 2 Sensor 5)”
O que significa?
Essa é uma DTC Universal controlada pelo ISO/SAE, isso significa que seu significado é praticamente igual para qualquer montadora. O código P2488 identifica uma falha de faixa ou desempenho no circuito do sensor de temperatura dos gases de escape localizado no Banco 2, Sensor 5. Tecnicamente, a ECU monitora a tensão (ou resistência, no caso de termistor) desse sensor e compara com um mapa interno que relaciona temperatura x sinal elétrico.
Quando e por que a ECU ativa P2488
• Condições de monitoramento: motor em temperatura de operação (acima de ~70 °C no líquido de arrefecimento), carga e rotação estabilizadas, DPF ou SCR em regime de regeneração ou aquecimento de pós-tratamento.
• Durante essas condições a ECU injeta correntes no sensor ou mede sua fonte de alimentação interna e observa o comportamento do sinal ao longo do tempo.
• Se a leitura de tensão cair abaixo do limite mínimo definido (ex.: <0,5 V) ou subir acima do máximo (ex.: >4,5 V), ou se o sinal permanecer praticamente estático quando a temperatura dos gases deveria variar, o monitor considera falha de faixa ou desempenho e grava P2488.
Condições que geram reflexo nessa DTC
• Sinal fora da faixa de operação projetada para o sensor em serviço de pós-tratamento
• Ausência de variação de sinal mesmo com mudança real de temperatura dos gases
• Falha intermitente no retorno do sinal ou oscilação fora do tempo programado de resposta
Códigos que costumam surgir simultaneamente
P2427, P2428, P2429 (sensores de temperatura pré ou pós-DFP), P2440 ou P0485 (falhas em sistemas de arrefecimento de pós-tratamento).
Quando e por que a ECU ativa P2488
• Condições de monitoramento: motor em temperatura de operação (acima de ~70 °C no líquido de arrefecimento), carga e rotação estabilizadas, DPF ou SCR em regime de regeneração ou aquecimento de pós-tratamento.
• Durante essas condições a ECU injeta correntes no sensor ou mede sua fonte de alimentação interna e observa o comportamento do sinal ao longo do tempo.
• Se a leitura de tensão cair abaixo do limite mínimo definido (ex.: <0,5 V) ou subir acima do máximo (ex.: >4,5 V), ou se o sinal permanecer praticamente estático quando a temperatura dos gases deveria variar, o monitor considera falha de faixa ou desempenho e grava P2488.
Condições que geram reflexo nessa DTC
• Sinal fora da faixa de operação projetada para o sensor em serviço de pós-tratamento
• Ausência de variação de sinal mesmo com mudança real de temperatura dos gases
• Falha intermitente no retorno do sinal ou oscilação fora do tempo programado de resposta
Códigos que costumam surgir simultaneamente
P2427, P2428, P2429 (sensores de temperatura pré ou pós-DFP), P2440 ou P0485 (falhas em sistemas de arrefecimento de pós-tratamento).
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Motor em modo de segurança
– Perda de potência
– Consumo de combustível elevado
– Excesso de fumaça no escapamento
– Regeneração do DPF interrompida
– Motor em modo de segurança
– Perda de potência
– Consumo de combustível elevado
– Excesso de fumaça no escapamento
– Regeneração do DPF interrompida
Causas Possíveis
– Sensor de temperatura dos gases de escape (Banco 2 Sensor 5) com defeito
– Chicote elétrico do sensor danificado, em curto ou aberto
– Conector elétrico corroído, solto ou com mal contato
– Aterramento insuficiente no ponto de fixação do sensor
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito no circuito de leitura
– Emendas mal feitas ou isoladas do chicote elétrico
– DPF entupido elevando temperatura além da faixa de operação do sensor
– Válvula EGR travada causando acúmulo de calor nos gases de escape
– Coletor de escape rachado ou com isolamento térmico danificado
– Turbo compressor com defeito alterando fluxo e temperatura dos gases
– Catalisador seletivo (SCR) ou conversor catalítico interno obstruído
– Sensor de pressão diferencial do DPF com defeito afetando ciclos de regeneração
– Chicote elétrico do sensor danificado, em curto ou aberto
– Conector elétrico corroído, solto ou com mal contato
– Aterramento insuficiente no ponto de fixação do sensor
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito no circuito de leitura
– Emendas mal feitas ou isoladas do chicote elétrico
– DPF entupido elevando temperatura além da faixa de operação do sensor
– Válvula EGR travada causando acúmulo de calor nos gases de escape
– Coletor de escape rachado ou com isolamento térmico danificado
– Turbo compressor com defeito alterando fluxo e temperatura dos gases
– Catalisador seletivo (SCR) ou conversor catalítico interno obstruído
– Sensor de pressão diferencial do DPF com defeito afetando ciclos de regeneração
By Madalozzo



