P0115 – “Sensor de Temperatura do Líquido de Arrefecimento do Motor 1 – Circuito com Mau Funcionamento”
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
“Sensor de Temperatura do Líquido de Arrefecimento do Motor 1 – Circuito com Mau Funcionamento”
O que significa?
Essa é uma DTC Universal controlada pelo ISO/SAE, isso significa que seu significado é praticamente igual para qualquer montadora.
O P0115 sinaliza que o circuito do sensor de temperatura do líquido de arrefecimento 1 (ECT1) está fora dos parâmetros elétricos pré-definidos pela ECU. Internamente, esse sensor é um termistor de coeficiente negativo (NTC), cuja resistência varia conforme a temperatura do motor. A ECU aplica um VREF (cerca de 5 V) no chicote do sensor e lê a tensão de retorno entre aproximadamente 0,2 V (sensor quente) e 4,8 V (sensor frio).
Condições de acionamento do P0115:
1. Tensão de retorno acima do limite superior (ex.: >4,8 V) por tempo contínuo maior que o especificado pela calibragem (normalmente 0,5–1 s).
2. Tensão de retorno abaixo do limite inferior (ex.: <0,2 V) pelo mesmo período.
3. Circuito aberto (resistência infinita) ou curto direto ao VREF ou à massa (resistência muito baixa).
4. Leituras instáveis ou flutuantes que não seguem a rampa de aquecimento/esfriamento esperada.
Quando esses parâmetros não se estabilizam dentro das margens durante pelo menos um ciclo de ignição e o motor estiver na faixa de temperatura de diagnóstico (geralmente entre 20 °C e 120 °C), a ECU grava o P0115 e entra em modo de emergência, usando valores fixos para formar mistura e cálculo de avanço de ignição.
DTCS que costumam aparecer junto:
• P0116 – Ganho do circuito ECT
• P0117 – Tensão de circuito baixo ECT
• P0118 – Tensão de circuito alto ECT
O P0115 não indica falha mecânica do sensor, mas sim anomalia elétrica ou resistência não conforme, obrigando o sistema a operar em estratégia segura universal.
O P0115 sinaliza que o circuito do sensor de temperatura do líquido de arrefecimento 1 (ECT1) está fora dos parâmetros elétricos pré-definidos pela ECU. Internamente, esse sensor é um termistor de coeficiente negativo (NTC), cuja resistência varia conforme a temperatura do motor. A ECU aplica um VREF (cerca de 5 V) no chicote do sensor e lê a tensão de retorno entre aproximadamente 0,2 V (sensor quente) e 4,8 V (sensor frio).
Condições de acionamento do P0115:
1. Tensão de retorno acima do limite superior (ex.: >4,8 V) por tempo contínuo maior que o especificado pela calibragem (normalmente 0,5–1 s).
2. Tensão de retorno abaixo do limite inferior (ex.: <0,2 V) pelo mesmo período.
3. Circuito aberto (resistência infinita) ou curto direto ao VREF ou à massa (resistência muito baixa).
4. Leituras instáveis ou flutuantes que não seguem a rampa de aquecimento/esfriamento esperada.
Quando esses parâmetros não se estabilizam dentro das margens durante pelo menos um ciclo de ignição e o motor estiver na faixa de temperatura de diagnóstico (geralmente entre 20 °C e 120 °C), a ECU grava o P0115 e entra em modo de emergência, usando valores fixos para formar mistura e cálculo de avanço de ignição.
DTCS que costumam aparecer junto:
• P0116 – Ganho do circuito ECT
• P0117 – Tensão de circuito baixo ECT
• P0118 – Tensão de circuito alto ECT
O P0115 não indica falha mecânica do sensor, mas sim anomalia elétrica ou resistência não conforme, obrigando o sistema a operar em estratégia segura universal.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Dificuldade para dar partida a frio
– Consumo de combustível elevado
– Marcha lenta irregular
– Ventoinha do radiador acionando o tempo todo ou não acionando
– Temperatura do motor oscilando no painel
– Superaquecimento do motor
– Dificuldade para dar partida a frio
– Consumo de combustível elevado
– Marcha lenta irregular
– Ventoinha do radiador acionando o tempo todo ou não acionando
– Temperatura do motor oscilando no painel
– Superaquecimento do motor
Causas Possíveis
– Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento do motor 1 com defeito
– Chicote elétrico do sensor danificado, em curto ou aberto
– Conector elétrico do sensor corroído, solto ou mal encaixado
– Alimentação de referência de 5 V ao sensor interrompida ou com valor incorreto
– Aterramento do sensor com defeito ou falha no ponto de terra do motor
– Resistência interna do sensor aberta ou em curto
– ECU (módulo de controle do motor) com defeito na leitura do sinal do sensor
– Termostato preso aberto ou fechado causando temperatura extrema e leituras fora de faixa
– Bolhas de ar no sistema de arrefecimento afetando o contato do sensor com o líquido
– Bomba d’água com defeito causando circulação irregular do líquido de arrefecimento
– Ventoinha do radiador sem acionamento gerando superaquecimento pontual
– Mangueiras do sistema de arrefecimento entupidas ou colapsadas alterando fluxo de líquido
– Sensor instalado incorretamente ou uso de sensor incompatível
– Fusível do circuito de alimentação do sensor queimado ou com mau contato
– Conexões internas da ECU com defeito provocando sinal intermitente
– Chicote elétrico do sensor danificado, em curto ou aberto
– Conector elétrico do sensor corroído, solto ou mal encaixado
– Alimentação de referência de 5 V ao sensor interrompida ou com valor incorreto
– Aterramento do sensor com defeito ou falha no ponto de terra do motor
– Resistência interna do sensor aberta ou em curto
– ECU (módulo de controle do motor) com defeito na leitura do sinal do sensor
– Termostato preso aberto ou fechado causando temperatura extrema e leituras fora de faixa
– Bolhas de ar no sistema de arrefecimento afetando o contato do sensor com o líquido
– Bomba d’água com defeito causando circulação irregular do líquido de arrefecimento
– Ventoinha do radiador sem acionamento gerando superaquecimento pontual
– Mangueiras do sistema de arrefecimento entupidas ou colapsadas alterando fluxo de líquido
– Sensor instalado incorretamente ou uso de sensor incompatível
– Fusível do circuito de alimentação do sensor queimado ou com mau contato
– Conexões internas da ECU com defeito provocando sinal intermitente
By Madalozzo



